SELEÇÃO DE FRASES

Pensamentos de uma autora aclamada



A paciência não é senão uma energia.

Há cem mil maneiras de perder o amor de uma mulher, e a única que não se previu é, precisamente, a que se realiza.

A recordação é o perfume da alma. É a parte mais delicada e mais suave do coração, que se desprende para abraçar outro coração e segui-lo por toda a parte.

A infelicidade mostrou-me, pouco a pouco, outra religião bem diferente da religião ensinada pelos homens.

A arte é uma demonstração de que a natureza é a prova.

A sociedade nada deve exigir daquele que dela nada espera.

Só se deverá acreditar num Deus que ordene aos homens a justiça e a igualdade.

O verdadeiro modo de não saber nada é aprender tudo ao mesmo tempo.

Nunca as mulheres são tão fortes do que quando se armam com as suas fraquezas.

É preciso um trabalho duro e uma grande vontade para transformar a paixão numa virtude.

A calúnia e a injúria são armas da ignorância.

Creio que a opinião política de um homem é o próprio homem.

Os ricos só fazem o mal porque o povo lhes estende o pescoço.

O amor passa, a amizade volta, mesmo depois de ter adormecido um certo tempo.

A fraqueza faz-se respeitar mais do que a energia. É por isso que os fortes são maltratados e os fracos flutuam sempre.

Cada um tem a idade do seu coração, da sua experiência, da sua fé.

O sofrimento só embeleza o que é belo.

A arte não é um estudo da realidade positiva; é uma busca da verdade ideal.

As canções, os relatos, os contos populares, pintam em poucas palavras o que a literatura se limita a amplificar e a disfarçar.

A dor mais cruel é a que vela fria e inerte no fundo do coração.

A simplicidade é o que há de mais difícil no mundo: é o último resultado da experiência, a derradeira força do gênio.

Um dia virá em que o trabalhador poderá ser um artista, senão pela expressão (o que cada vez importará menos) mas pelo menos para sentir o belo.

Não é com os livros que se deve ensinar, é com a memória e com a razão.

Nenhum século professou o egoísmo de uma forma tão franca e tão crua como o nosso.


*Frases reproduzidas do site https://www.pensador.com/   


 

sand

Nascida em Paris, Amandine Aurore Lucile Dupin (1804-1876), mais conhecida pelo pseudônimo masculino George Sand, foi uma famosa romancista e memorialista, que viveu no século 19, em tempos muito difíceis para uma mulher se consagrar na literatura. É considerada a maior escritora francesa. Foi a primeira mulher a viver de direitos literários. Usava o nome masculino para ser aceita no meio literário e também tinha o hábito de vestir-se com roupas masculinas, por achá-las mais cômodas e também para se divertir. Costumava fumar em público, o que, na época, era inaceitável para uma mulher. Teve uma agitada vida amorosa e deixou mais de setenta livros. Sobre ela, escreveu Victor Hugo: "Eu choro uma morte e saúdo uma imortal". (informações da Wikipédia)


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