ICONOGRAFIA PAULISTANA

Designer registra imagens feias de Sampa



Noutros tempos, quando uma criança fazia algo errado, era muito comum ralhar com ela aplicando um... "que coisa feia". Caiu de moda, embora ainda sirva. Agora, "coisa feia" mesmo é o que se vê nas cidades brasileiras. O mau gosto anda solto por aí e a estética urbana tupiniquim, convenhamos, não é nenhuma maravilha de cenário.

 
Tirar proveito disso. Utilizar de alguma forma o mau gosto. Que tal registrá-lo num livro? Alguém já fez isso. Será lançado nesta segunda-feira (26), em São Paulo, o 13º livro do designer paulista Gustavo Piqueira: "Iconografia Paulistana" (Editora Martins Fontes). Uma reunião criteriosa de cinco mil fotos que, segundo o autor, representam o lado mais horroroso do cotidiano paulistano.

Para chegar ao produto final, olivro, foi realizado trabalho de um ano, observando e selecionando (?) imagens captadas em andanças ou na internet. Muros, calçadas, vitrines, buffets infantis, condomínios, restaurantes etc... Claro que o autor contou com o apoio de alguns dos 40 funcionários da Casa Rex, sua empresa de design, reconhecida em nível internacional. Não por acaso, atualmente, desenvolve trabalhos para Rússia, Filipinas, Marrocos, Inglaterra e alguns países da América Latina.

Gustavo ansceu em Sorocaba (SP), mas se considera paulistano. Sua querida metrópole, aliás, já foi retratada em outras obras suas, mas de forma diferente: “São Paulo, Cidade Limpa” (2007) e “Manual do Paulistano Moderno e Descolado” (2007). Em 2006 lançou “Coadjuvantes”, sobre seu time de coração, o Palmeiras.

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