CINEMA

"Um homem que grita", premiado em Cannes



Filme aborda questões políticas e sociais de Chade

“Um homem que grita” é filme de um país chamado Chade, que vem a ser uma das quatro antigas repúblicas africanas que no passado constituiam a África Equatorial Francesa. A produção é de 2010, tem 92 minutos e venceu o Prêmio do Júri em Cannes (2010). Está em cartaz neste sábado, com entrada franca e às 19h30, no Sesc Arsenal.

Elogiado pela crítica, mas um tanto arrastado para os espectadores mais normais. Conta a história do personagem Adam, de 60 anos de idade, ex-campeão de natação, que trabalha como salva-vidas em uma piscina de um hotel de luxo. Contudo, investidores compram o estabelecimento e ele se vê obrigado a ceder sua vaga para seu filho Abdel.

Mahamat-Saleh Haroun, o diretor, disse em Cannes que o povo de Chade é descrente em relação a Deus. Essa questão, implícita e explicitamente, se alterna no desenrolar do filme, que aborda questões políticas, humanitárias e sociais do país que já passou por inúmeras guerras civis.

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