NOVO PROJETO

“Comendo as Fronteiras”, alcance mundial



pedro duarte

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O Coma a Fronteira já criou e/ou participou de vários projetos coletivos, envolvendo diferentes artes

Você já reparou alguns cartazes de procurados pelo centro da cidade? Ou já viu pessoas com fone de ouvido dançando nos pontos de ônibus? Estes são apenas alguns trabalhos de um coletivo de artes híbridas e intervenção urbana com sede em Cuiabá.  Após tanto tempo em isolamento social, o Coletivo Coma A Fronteira retorna convidando pessoas para participar de um grupo de investigação poética, a fim de conhecer novas pessoas e construir trabalhos coletivos em parcerias. 

“Toda essa eternidade em casa acabou gerando um ‘acasalamento’ de novas ideias” comenta Caio Augusto Ribeiro, um dos membros do grupo “a gente tá interessado em devorar essas novas fronteiras pandêmicas e conhecer gente nova, repaginar trabalhos antigos e montar um grupo de investigação pra colocar os anseios e ideias dessa galera em prática”. A proposta surgiu nas redes sociais e parece já estar em andamento, pois já contam com mais de 10 inscrições de pessoas do Brasil e do mundo. 

“O mais interessante foi que não recebemos propostas necessariamente de artistas, mas de jornalistas, biólogos, fotógrafos. E gente não só de Cuiabá, mas do Brasil. Tem gente até de Portugal”, comenta Edilaine Duarte, que também integra o coletivo.

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Envolver as pessoas oferecendo acesso e participação em atividades artísticas, uma proposta do coletivo

O grupo de investigação poética “Comendo Fronteiras” tem previsão para iniciar suas atividades na segunda quinzena de outubro, assim que as pessoas forem selecionadas e promete uma série de atividades virtuais e mostras de processo. O Coletivo afirma que mesmo quem não tiver sido selecionado para o grupo de investigação, poderá participar e acompanhar as atividades abertas ao público. “As fronteiras são imensas, tem espaço para todo mundo” contam os membros do Coma A Fronteira. 

Para participar do grupo é muito simples: basta enviar um e-mail para comaafronteira@gmail.com com o assunto “(nome) COMENDO AS FRONTEIRAS” e colocar uma apresentação sobre você, ou como nas palavras da chamada oficial “um texto se apresentando, contando as coisas que você gosta de fazer, as descobertas que a quarentena te deu, suas impressões acerca do mundo... Enfim, tudo o que você acha que te define de alguma maneira. Não tem formato, pode mandar uma linha, 100 páginas, um poema, um vídeo. O Coletivo destaca que, além desta "apresentação" a gente pede um breve currículo de ações que já desenvolveu seja no campo das artes ou em qualquer que seja o campo. A gente tá interessado em conhecer novas fronteiras, então não é necessário ter uma experiência anterior com arte. 

Com a recente abertura dos editais emergências de cultura, o coletivo se mostra disposto a desenvolver projetos coletivos para concorrer. “a gente precisa se reunir para pensar as ações em conjuntos. Oxigenar as próprias estéticas, as próprias referências. E lógico, colocar esses trabalhos em editais pra conseguir trabalhar recebendo uma graninha”, comenta Caio Augusto Ribeiro. (*com assessoria)

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"Entrar pelo cano" é uma metáfora que explora a poética da voz e mexe com as pessoas

 


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