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Curtas e longas, a partir das 19h30 desta 3ª



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"Pobre é quem não tem jipe", de Amauri Tangará

Cinco filmes de Amauri Tangará integram a Edição Especial da Temporada de Filmes do Cine Teatro Cuiabá, organizada em substituição à programação presencial cancelada em atenção às medidas de contenção e prevenção à COVID-19. Enquanto durarem as medidas de distanciamento social, a Temporada de Filmes difunde produções audiovisuais realizadas em Mato Grosso através das redes sociais do Cine Teatro Cuiabá e do Cineclube Coxiponés da UFMT. O compartilhamento de novos filmes acontece sempre a partir das 19h30 das terças-feiras, mantendo o dia da semana e horário em que tradicionalmente acontecem as sessões de cinema do Cine Teatro Cuiabá. Nessa terça, 07 de abril, a partir das 19h30, serão compartilhados os curtas “Pobre é quem não tem jipe” (1997, 24’), “Horizontem” (2008, 15’) e “Paraíso” (2012, 15’), além dos longas “A oitava cor do arco-íris” (2004, 80’) e “Ao sul de setembro” (2005, 80’)

A Temporada de Filmes Edição Especial integra a Programação Cultural Online da Quarentena do Cine Teatro Cuiabá, que semanalmente compartilha, pela internet, conteúdos culturais diversos, com atrações diárias. Para acessar os filmes e saber mais sobre o restante da programação, acesse facebook.com/cineteatrocuiaba , e entre no link publicações.

Sobre os filmes

“Pobre é quem não tem jipe” (Amauri Tangará, 1997, 24’, classificação indicativa livre) apresenta a história de um menino que sonhava em conhecer o outro lado dos horizontes. O filme teve carreira vigorosa em mostras e festivais de cinema, incluindo o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (onde recebeu o prêmio de Diretor Revelação e o Prêmio ANDI para a Infância e Adolescência), a Jornada de Cinema da Bahia (onde recebeu o Troféu Jangada de Ouro) e o Festival Guarnicê do Maranhão (onde foi eleito melhor filme pelo público, além de receber prêmios de direção e roteiro). “Pobre é quem não tem jipe” também foi indicado pelo Kinoforum - Festival Internacional de Curtas-metragens de São Paulo - como um dos 10 melhores filmes da década de 1990 exibidos no Festival.

“A oitava cor do arco-íris’ (Amauri Tangará, 2004, 80’, classificação indicativa livre) apresenta a história do garoto Joãozinho que, com o objetivo de comprar remédios para a avó que está muito doente, decide vender os pertences que tem, incluindo a cabra de estimação, Mocinha. Nas redondezas de onde mora ninguém possui dinheiro e isso faz com que, para atingir seus objetivos, Joãozinho decida viajar até a capital, onde irá se deparar com muitas novidades e perigos.

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Tati Mendes e Amauri Tangará comentam filmes na série Cine Comentário Sonoro

Em “Ao sul de setembro” (Amauri Tangará, 2005, 80’, classificação indicativa 12 anos) a jornalista Clara é convidada por um amigo a escrever o roteiro de um filme. Para isso, ela se encontra com o velho garimpeiro Geraldo (Agostinho Bizinoto), um aficcionado por cinema. Geraldo conta a Clara a história de um poeta que viveu na zona rural de Chapada dos Guimarães e que durante muitos anos esperou por sua amada à beira de uma estrada com um poema e um buquê de flores, sem jamais perder a esperança de um dia revê-la. O filme é protagonizado por Renato Teixeira, que também participou da construção da trilha sonora do longa. 

“Horizontem” (Amauri Tangará, 2008, 15’, classificação indicativa 12 anos) apresenta o cenário do Cerrado de Chapada dos Guimarães, a Meca do Ecoturismo, invadido pela ambição de produzir cada vez mais, criando paisagens lunares onde habitam personagens esquecidos. Uma alegoria sobre o futuro iminente.

Em “Paraizoo” (Amauri Tangará, 2012, 15’, classificação indicativa 12 anos), um ser misterioso observa a luta de pássaros mutantes para escaparem de um inferno de beleza e veneno. Uma alegoria a um futuro nada distante, no Cerrado de Chapada dos Guimarães. 

Sobre a série “Cine Comentário Sonoro”

A partir de abril o Cineclube Coxiponés da UFMT publicará, em sua página do YouTube, episódios da série “Cine Comentário Sonoro”. Na série, realizadores mato-grossenses compartilham memórias e informações relacionadas à produção de seus filmes, através de uma faixa de comentário sonoro integrada aos filmes. A série é uma parceria entre realizadores mato-grossenses, o Cineclube Coxiponés da UFMT e a Rede Cineclubista de Mato Grosso (REC-MT). O primeiro episódio da série será publicado na quarta-feira, 08 de abril, em alusão às comemorações do aniversário de Cuiabá. Neste episódio o cineasta Amauri Tangará e a diretora de produção Tati Mendes compartilham memórias relacionadas à produção de “Pobre é quem não tem jipe” (Amauri Tangará, 1997, 24’), primeiro filme mato-grossense realizado após o período da retomada do cinema brasileiro, a partir de incentivos da política pública de estímulo à produção cultural de Mato Grosso intitulada Lei Hermes de Abreu.  

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"Ao sul de setembro", com Renato Teixeira

Sobre os realizadores

Amauri Tangará & Tati Mendes são realizadores do campo das artes cênicas e do audiovisual.  Juntos, fundaram a Cia d’Artes do Brasil, empresa de produção, difusão e apresentação de espetáculos teatrais, oficinas, workshops e palestras na área de artes cênicas/ teatro e de produção, difusão e exibição na área de cinema. Sediada em Chapada dos Guimarães, a Cia d’Artes do Brasil tem em seu currículo mais de 20 anos de trabalho prestado a essas duas áreas, com atuações e trabalhos reconhecidos internacionalmente. (*com assessoria)

SERVIÇO

O QUE: Temporada de Filmes do Cine Teatro Cuiabá (online) - curtas e longas de Amauri Tangará
QUANDO: a partir de terça-feira (7), às 19h30
ONDE: facebook.com/cineteatrocuiaba , no link publicações
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: conferir no texto, por filme
MAIS INFORMAÇÕES: pautacineteatrocuiaba@gmail.com

 


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