Afonso Alves




Ágora... Há um momento em que perpasso
As sombras, os sonhos e as formas do indefinido
O vulgo de um olhar, étimo
Teus cabelos num instante desnudam-se
O que seria?
O que seria dito pelo vento dos meus sopros?
O que dos zéfiros das previsões?
Apenas o tempo poderá responder
o que o riacho-oráculo previu pelo átimo
Despedimo-nos desapercebidos,
consolados por toques de tons
que acalmam a ponte.



Afonso Alves, poeta de Mato Grosso

Fonte: Tyrannus Melancholicus
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