FRASES

De "O som e a fúria"*



“Jamais se ganha batalha alguma. Nenhuma batalha sequer é lutada. O campo revela ao homem apenas sua própria loucura e desespero, e a vitória é uma ilusão dos filósofos e néscios.”

“É difícil acreditar que um amor ou uma dor é uma debênture comprada sem intenção e que vence querendo ou não e é recolhida sem aviso prévio para ser substituída pelo título que os deuses resolverem emitir no momento não você só vai fazer isso quando acreditar que nem mesmo ela era merecedora do desespero.”

“Nada mais no mundo não é desespero até que seja tempo nem mesmo o tempo até que foi.”

“O tempo morre sempre que é medido por pequenas engrenagens; é só quando o tempo para que o tempo vive.”

“O homem é o somatório de suas experiências. O homem é o somatório de seja lá o que for. Um problema de propriedades impuras levado monotonamente até o nada invariável: impasse de pó e desejo.”

“Cada homem é árbitro de suas próprias virtudes. Você considerar o ato corajoso ou não é mais importante que o ato em si.”

“Dou-lhe este relógio não para que você se lembre do tempo, mas para que você possa esquecê-lo por um momento de vez em quando e não gaste todo seu fôlego tentando conquistá-lo.”

"São sempre aqueles que nunca fizeram nada de útil que vem nos dar conselhos."

"Como tanta gente fria, fraca, quando se vê em face do desastre irremediável, ela tirava de algum lugar uma espécie de força."


*Frases do romance "O som e a fúria", reproduzidas dos sites  https://www.frasesfamosas.com.br/  e http://notaterapia.com.br/

 

Faulkner é o escritor estadunidense preferido do tyrannus, que já publicou dois contos de sua autoria, que podem ser conferidos nos links abaixo...

http://www.tyrannusmelancholicus.com.br/cronicas/7930/aquele-sol-noturno

http://www.tyrannusmelancholicus.com.br/cronicas/5894/uma-rosa-para-emily

faulk

William Cuthbert Faulkner (1897-1962) foi um escritor norte-americano, considerado um dos maiores romancistas do século XX. Ganhou o Nobel de Literatura de 1949, o National Book Awards em 1951, e venceu dois prémios Pulitzer de Ficção, em 1955 e em 1962. Utilizava a técnica do fluxo de consciência, consagrada por James Joyce, Virginia Woolf, Marcel Proust e Thomas Mann. A obra faulkneriana é tida como extremamente complexa e desafiadora

 

 


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