Gênova

Gênova (Fonter: Google)
Nunca pensamos em Gênova... mas sempre em Zaragoza. E não é que passamos pelas duas cidades, de susto!!!!!

Que emoção conhecer a cidade onde nasceu, “um navegante atrevido, saiu de Palos um dia, vinha com três caravelas, La Pinta, La Ninã e La Santa Maria...”: Cristovão Colombo. Gênova é uma puta cidade que foi destruída pelos Cartagineses e reconstruida pelos romanos. Rola que ela foi erguida pelos gregos, antes  disso tudo. A melhor estrada da Europa é de Gênova, sendo nosso guia, são mais de 170 túneis, cortando as montanhas costeiras do Mediterrâneo. Impossível fotografar com a nossa “maquininha”, com o ônibus em movimento, nem pensar. Me pareceu louca, como todas as cidades cujo limite é o horizonte.
Gênova surgiu neste Tyrannus meio fora de contexto. Já escrevemos sobre Nice, mas passamos antes por Gênova. Mas seria um pecado ignorar esta cidade que impressiona qualquer um. Entre um túnel e outro, ou ponte depois de ponte, a gente acha que a cidade acabou e lá está ela, com sua exuberância e imponência, como que empurrada em direção ao mar. Mas, deixemos Gênova, pulemos a Riviera que já está registrada e cheguemos a Zaragoza que, em nossa rota, fica depois de Barcelona, sobre a qual falaremos em seguida.

A origem do nome Zaragoza veio do Imperador romano Cesar Augusto

Cabeçudos fazem a festa

Lorenzo e "Seu" Mario investigam a cidade


Rindo ou frio?

Cadeados na Ponte de Santiag: Garantem a relaçao amorosa
Tinhamos cerca de uma hora e meia para Zaragoza, que pleiteia se tornar a capital cultural europeia  em 2014. Aquela coisa de sempre. A parada acontece em frente a principal igreja da cidade. Descemos eu e a Fátima e fomos em busca de algo diferente, desta feita, na companhia do senhor Mário, colombiano octagenário, com incrível experiência tours. Ele é a paciência em pessoa e um excelente conversador. Caminha empunhando sua câmera de filmar. 
A beleza de Zaragoza, apesar do escassez do tempo foi percebida por nós. Era dia de La Senhora do Pilar, uma das santas mais festejadas da Espanha. Um feriado cheio num país em festa. De repente, pessoas correndo por todos os lados. Uma euforia coletiva. Fico olhando atônito e uma senhora me informa que os cabeçudos vão entrar em cena. E eis que flagramos o início de um desfile onde uma dezena, ou quase isso, de bonecos gigantes e cabeçudos, acompanhados por músicos, realizam um desfile pelas ruas da cidade. Felizes nós que contamos com a sorte de pegar a abertura do desfile e a emoção de participar de uma maniefstação da cultura popular espanhola. Olé!!! Bravo!!!


Voltar  

Confira também nesta seção:
21.02.20 18h37 » Restos de Carnaval*
20.02.20 18h00 » O verbo automático e delirante
13.02.20 18h30 » Sâo Paulo*
07.02.20 19h11 » Iasmin, 'gratia plena'
06.02.20 18h30 » Ele*
30.01.20 21h44 » Esses motoqueiros barulhentos. E babacas
30.01.20 19h00 » Lasquinhas da obra machadiana*
24.01.20 17h00 » Após três meses, o fim da licença prêmio
20.10.19 12h00 » O ladrão*
16.10.19 20h00 » Representações da violência*
13.10.19 12h00 » Vinte e cinco horas*
09.10.19 19h00 » Acidente*
06.10.19 12h00 » Escorpião, crônica de jornal*
02.10.19 18h30 » Seleção de frases*
29.09.19 13h30 » A incrível história de José dos Anjos
25.09.19 20h30 » Pílulas de educação sentimental para jovens*
22.09.19 11h00 » Frases e aforismos
18.09.19 20h30 » Processo 146952404*
15.09.19 18h00 » Tio Nhonho
11.09.19 21h00 » Um Assovio* (ato primeiro - cena I)

Agenda Cultural

Veja Mais

Newsletter

Preencha o formulário abaixo para receber nossa newsletter:

  • Nome:

  • Email:

  • assinar

  • cancelar


Copyright © 2012 Tyrannus Melancholicus - Todos os direitos reservadosTrinix Internet