VERSO

Thiago da Costa Pereira

Tarde

 

A noite teria prima rebelde:
A tarde, intermediando a rotina;
Conta-me coruja humilde
Que estudava a moçoila vespertina.

Garota hiperativa,
A tarde é senhorita histérica.
Descrita como imperativa
E doidamente colérica,
Magistral é sua impulsão criativa,
Que de cansaços é a fábrica!

Creio que a coruja surpreendi:
Pedi da noite separação.
O que concluí?
Que a tarde era nova paixão!

 

*Reproduzido do livro "Reviravolta do viajante", lançado recentemente

costa breu

Thiago da Costa Pereira é cuiabano e acaba de lançar seu primeiro livro de poesias, "Reviravolta do viajante" (Entrelinhas Editora), já reportado aqui no tyrannus. Como autor assina "Costa Breu". A obra foi escrita quando ele tinha 16 anos (já completou 17). Um segundo livro está sendo gerado. Apaixonado por poesia e filosofia, interessou-se primeiro pela filosofia e logo começou a escrever alguns ensaios. O gosto pela poesia veio em seguida, momento em que lhe ocorreu juntar poesia e filosofia


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