PRÉ-MOSTRA

Filmes são compartilhados até 31 de agosto



coroação

"Coroação" (Experimental, Rio de Janeiro, 9´, 2019), com direção de Juciara Áwô e Luana Arah

Começa hoje (25) no site http://quaritere.com.br/ a pré-mostra de Cinema Negro de Mato Grosso, com a exibição de produções vencedoras das Mostras anteriores e algumas produções de membros do coletivo audiovisual negro Quariterê. Os filmes ficarão disponíveis para acesso até o dia 31 de agosto.

A pré mostra precede a V Mostra de Cinema Negro de MT, que vai acontecer de seis a treze de setembro. Os filmes que ganham exibição na pré-mostra são compartilhados a partir das 19h desta terça-feira (25).

Confira as sinopses dos filmes selecionados para a Pré-mostra:

"A grande ceia quilombola" (Documentário, Maranhão, 52´, 2017), com direção de Ana Stela Cunha e Rodrigo Sena.
Sinopse: No Quilombo de Damásio, terra doada por um senhor de engenho a três de suas escravas, o alimento tem sido secularmente cultivado e extraído da natureza de forma parcimoniosa, fazendo parte de uma estrutura social que privilegia o grupo. O documentário retrata parte destes saberes, tendo a comida um papel fundamental na coesão do grupo. 

"Cabelo bom" (Documentário, Mato Grosso, 15´, 2017), com direção de Cláudia AlvesSwahili Vidal Moreira.
Sinopse: Veja como a mulher negra é pressionada esteticamente para se enquadrar em padrões pré-estabelecidos a partir de três personagens que expõem sua relação com o cabelo crespo. Elas contam suas trajetórias de vida, histórias de preconceito e mostram como a auto aceitação de suas raízes capilares foi, e ainda é, fundamental para se afirmar como mulheres negras em um país como o Brasil.

"Clandestyna" (Documentário, Rio de Janeiro, 21´, 2018), com direção de Duca Caldeira.
Sinopse: Um dos projetos finais do LAB NEM, iniciativa que possibilita a participação de pessoas trans no audiovisual, "Clandestyna" apresenta Dayo, Piranhafudida e Ducaralho. Três travestis pretas da Baixada Fluminense, que recorrem a arte para sobreviver ao país que mais mata transvestigeneres no mundo.

"Como ser racista em 10 passos" (Ficção, Mato Grosso, 15´, 2018), com direção de Isabela Ferreira.
Sinopse: Curta provocativo que traz à tona e confronta o racismo estrutural velado, através de situações sensíveis, normalizadas e naturalizadas que serão facilmente identificadas pelo público. O filme mostra a realidade cotidiana de pessoas negras comumente afetadas pelo racismo enraizado, por atitudes que vão além do que é verbalmente dito. O racismo real precisa ser discutido.  

giramundá

"Giramundá - O congo e a diáspora" (Documentário, Mato Grosso, 52´, 2018), com direção de Cláudio Dias e Gilson Costa



"Coroação" (Experimental, Rio de Janeiro, 9´, 2019), com direção de Juciara Áwô e Luana Arah.
Sinopse: Mulheres negras sustentam a ancestralidade, o lugar de fala e ação no ori. Coração subverte rodilhas, baldes, cargas. O trapo insignificante é coroa sagrada. Um corpo negro caminha, erguendo um balde, suportando um oceano, refazendo os passos da própria história. 

"Giramundá - O congo e a diáspora" (Documentário, Mato Grosso, 52’, 2018), com direção de Cláudio Dias e Gilson Costa.
Sinopse: Moradores de Cuiabá, Várzea Grande e Nossa Senhora do Livramento. Todos com uma só origem: o Complexo Quilombola de Mata Cavalo. Desterritorializados, eles se reúnem todo ano na festa de São Benedito, em Livramento, para encenar a Dança do Congo como uma forma de contar sua história e fortalecer a identidade quilombola em um ritual sagrado de resistência cultural. 

"Mãe não chora" (Ficção,São Paulo, 20’, 2019), com direção de Carol Rodrigues e Vaneza Oliveira.
Sinopse: Raquel trabalha na vara da família na defensoria pública, e tem que levar seu filho para o trabalho porque não consegue deixá-lo com o pai.

"Poemargens" (Experimental, Cuiabá, 25’, 2020), com direção de Sol e Ananás.
Sinopse: Sol e Ananás coadunam em poemas, investigando as possibilidades de comunicação entre poesia marginal e performatividade para uma produção artística singular e autoral onde rimas se tecem e trajetórias se recriam.

"Tia Ciata" (Documentário, Rio de Janeiro, 26’, 2017), com direção de Mariana Campos e Raquel Beatriz.
Sinopse:  "Tia Ciata" é um curta-metragem documental que aborda o protagonismo feminino negro sob a ótica de Hilária Batista de Almeida, a Tia Ciata, uma mulher de suma importância para a história e cultura brasileira, referência na construção da identidade nacional.

"Memórias de Toni" (Documentário, Mato Grosso, 11’, 2020), com direção Corte Seco Produções.
Sinopse: Toni Bernardo veio da Guiné-Bissau para Cuiabá por um convênio com a UFMT para estudar economia, mas no dia 22 de setembro de 2011 foi espancado e morto em uma pizzaria próxima à universidade. Quase nove anos depois o documentário “Memórias de Toni” traz a lembrança desse caso no momento em que o mundo protesta contra o racismo e vários movimentos sociais reivindicam  justiça para Toni.

"A velhice ilumina o vento" (Ficção, Cuiabá, 25’, 2020), realização do Coletivo Audiovisual Negro Quariterê - MT, com direção Juliana Segóvia. O filme ainda está em fase de finalização e será exibido apenas um teaser.
Sinopse:  "A Velhice Ilumina o Vento" conta a história da Valda, mulher preta, idosa, periférica, trabalhadora doméstica da cidade de Cuiabá. Mulher forte, cuiabana do “pé rachado”, Valda subverte em seu cotidiano o paradigma da velhice estigmatizada. (*com assessoria)

clandestyna

"Clandestyna" (Documentário, Rio de Janeiro, 21´, 2018), com direção de Duca Caldeira

 

SERVIÇO:

O QUE: Pré-mostra online de Cinema Negro de Mato Grosso
QUANDO: de 25 a 31 de agosto
ONDE: no site http://quaritere.com.br/

 

 


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