CINEMA/ESTREIAS

Dois filmes estadunidenses. É só



homem invisível

"O homem invisível" é um filme com boa cotação crítica

O gênero terror predomina nas estreias da semana dos shoppings cuiabanos. São somente duas novidades, ambas dos Estados Unidos. "O homem invisível" e "A hora da sua morte". Não me canso de reclamar: é muito pouco, considerando que são quase trinta salas de cinema totalizando os quatro shoppings da cidade. 

E sem mais chorumelas vamos logo tacando as informações sobre os dois filmes que chegaram, começando pelo que recebeu melhor cotação da crítica, em média, após pesquisa em vários sites - "O homem invisível".

Para maiores de 14 anos, o filme combina os gêneros terror e suspense. Recebeu 4 estrelas, entre 5 disponíveis. A direção é de Leigh Whannell e, no elenco, entre outros, estão Elisabeth Moss, Oliver Jackson-Cohen, Harriet Dyer, Benedict Hardie e Sam Smith.

Traz os percalços de Cecilia Kass, que está presa a um relacionamento abusivo com um rico cientista. Ela consegue escapar no meio da noite e se esconde. Ela então é avisada que seu ex cometeu suicídio e deixou uma grande fortuna para ela. Cecilia logo desconfia que algo está errado e começa a presenciar coincidências sinistras e letais. Sua sanidade é testada quando ela tenta provar que alguém que ninguém pode ver está tentando matá-la.

"Muito mais do que um filme de monstro – o que irá agradar a parcela adulta do público –, o longa finca sua trama em um realismo identificável, o que apenas soma à substância da obra", escreveu Pablo Bazarello no site Cinepop (https://cinepop.com.br/)

hora morte

"A hora da sua morte" não é mesmo aquela coisa toda

Cotado com a média de 2,1 estrelas, "A hora da sua morte", filme de terror, tem classificação para maiores de 14 anos. A direção é de Justin Dec, à frente de um elenco onde estão Elizabeth Lail, Jordan Calloway, Talitha Bateman, Charlie McDermott, Dillon Lane, dentre outros.

Narra a história de uma jovem freira que baixa um aplicativo que tem a promessa de prever o momento e a data da morte das pessoas. Quando o aplicativo indica que tem três dias de vida, ela luta por sua sobrevivência enquanto enfrenta uma misteriosa criatura que a assombra.

"O projeto demora a encontrar o equilíbrio tonal necessário para manter o comprometimento do espectador ao conceito, e isso resulta em uma metade final superior, porém extremamente apressada", registrou Caio Lopes no Observatório do Cinema (https://observatoriodocinema.uol.com.br/).

 


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