MASCULINIDADE EM PAUTA

Entrada franca, na quarta, às 19h30



homens

 

“Homem não chora”, “Rosa não é cor de menino”. Essas são falas ensinadas culturalmente para os homens e que ajudam a desenvolver atitudes tóxicas. Porém, novos diálogos estão surgindo e alguns tabus sobre comportamentos estão sendo discutidos. E dessa vez, os homens são convocados para repensar suas responsabilidades, na exibição em Cuiabá do documentário “O Silêncio dos Homens”, com direção de Ian Leite e Luiza de Castro .  

Com entrada gratuita, a sessão irá acontecer na quarta-feira (18), às 19h30, no cinema do Sesc Arsenal. A proposta do projeto é discutir masculinidades a partir das narrativas presentes na produção. Além de dialogar com todos e todas que estejam interessados em pensar suas ações e desenvolver uma sociedade com menos preconceitos.  

A capacidade de público é de 80 lugares, com classificação livre. E para auxiliar a conversa o jornalista e escritor André Luís Alves, vai mediar o debate após a sessão.  

Para o jornalista, a discussão é para todos, independente da orientação sexual ou gênero, e necessária para que haja mudanças. “O que me atraiu nesse projeto é discutir uma transformação em curso: o que é ser homem. É preciso desconstruir o machismo que faz mal para todo mundo”, disse André Luís. 

André faz parte do time de anfitriões do documentário. “O site Papo de Homem está disponibilizando o documentário e tem uma ousada proposta de chegar a todos os municípios brasileiros. Entendi que seria uma boa oportunidade pra exibirmos o filme em Cuiabá.”, relevou. 

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"O Silêncio dos Homens" é o projeto mais ousado dos 12 anos de existência do Papo de Homem: um filme único sobre as dores, qualidades, omissões e processos de mudança dos homens

 

O DOCUMENTÁRIO  

“O Silêncio dos Homens” é o projeto mais ousado dos 12 anos de existência do Papo de Homem: um filme único sobre as dores, qualidades, omissões e processos de mudança dos homens. Com mais de um ano de pesquisas e entrevistas pelo Brasil todo, foram meses de gravações e mais de 40 mil pessoas escutadas. 

Além disso, contou o apoio institucional da?ONU Mulheres?e toda a base de dados da pesquisa é 100% pública, por meio de um convênio com o?Consórcio de Informações Sociais (CIS) da USP.  

FRAGILIDADES E OMISSÕES 

De acordo com o Instituto PdH, em cada dez homens, sete afirmam terem sido ensinados na infância e adolescência a não demonstrar fragilidade. Assim como, sete em cada dez homens dizem lidar com algum distúrbio emocional. E apenas um em cada dez homens já conversou com o pai sobre o que significa ser homem.  (*com assessoria)

 


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